Esse não é apenas um livro. É um método para a construção coletiva de resistência
e soberania digital.

Sérgio Amadeu da Silveira


A comunicação digital virou campo de batalha. Os algoritmos pertencem a quem está
do outro lado. A classe trabalhadora precisa organizar a resistência.
O Autor é Henrique Pereira
Publicitário - Especialista em Comunicação Sindical e Popular
Fundador da Interlig Comunicação Sindical e Popular
QUERO SABER MAIS
O TERRENO DA DISPUTA
As grandes plataformas digitais deixaram de ser meios de comunicação. Tornaram-se infraestruturas privadas de poder que escolhem o que mostram e o que escondem, a partir de critérios opacos, autoritários e inacessíveis ao controle público.
Elas não apenas distribuem informação. Decidem visibilidade. Decidem silenciamento.
Essas decisões não são neutras. Atendem a interesses econômicos, políticos e militares e interferem diretamente na formação de opiniões, afetos e comportamentos políticos.
UM JOGO VICIADO
As plataformas digitais premiam a superficialidade, a provocação permanente, o ódio, as fake news, as teorias da conspiração, o racismo e o fascismo transformados em espetáculo.
Tudo isso porque gera engajamento. Inclusive quando a esquerda compartilha para denunciar os absurdos, o algoritmo registra como sucesso.
Não se trata de erro de estratégia. Trata-se de um jogo viciado.
Nesse terreno, quem trabalha com: formação política, consciência crítica, diálogo, organização coletiva,
parte em desvantagem estrutural.
O IMPACTO NA ORGANIZAÇÃO POPULAR
A gente comunica.
A gente convoca.
A gente mobiliza.
Mas o alcance oscila, a base se dispersa e a organização não se sustenta no tempo.
Não por falta de luta. Mas por dependência de plataformas que não pertencem à classe trabalhadora e não respondem a nenhum controle democrático.
É DIANTE DISSO QUE NASCE O PROJETO TEIA POPULAR
Não como ferramenta. Não como plataforma. Não como moda tecnológica.
O Teia nasce como resposta política organizada à captura da comunicação pelas grandes plataformas.
Nasce da prática concreta da comunicação sindical e popular. Das campanhas, das derrotas e das vitórias.
Nasce da compreensão de que, sem soberania digital, não há autonomia política possível.
O QUE ESTÁ EM JOGO
Não é apenas comunicação. É capacidade de organizar base, formar consciência, manter vínculo, sustentar processos coletivos no tempo.
Sem controle sobre a comunicação, toda organização popular fica vulnerável à dispersão, ao silenciamento e à manipulação.

O LIVRO
TEIA POPULAR – SOBERANIA DIGITAL PARA VENCER ESTA GUERRA
O livro apresenta uma leitura crítica do cenário digital, denuncia a falsa neutralidade das plataformas e aponta a necessidade de reconstruir comunicação como dimensão estratégica da luta de classes.
Não é manual técnico. Não é receita pronta.
É reflexão política e estratégica, baseada em 30 anos de experiência concreta, para quem precisa organizar no mundo digital sem abrir mão de valores, ética e projeto coletivo.
AUTOR: Henrique Pereira
Henrique Pereira é publicitário, estrategista eleitoral, especialista em comunicação Sindical e popular e fundador da Interlig Comunicação.
Há 30 anos atua na comunicação como trincheira de luta da classe trabalhadora, trabalhando junto a sindicatos, movimentos sociais, mandatos e candidaturas democrático-populares em diferentes regiões do Brasil.
O livro nasce dessa trajetória e da necessidade urgente de reorganizar a comunicação popular em um terreno cada vez mais hostil.
CONTINUIDADE DE CONVERSA
Isso não é lista. Não é disparo automático. Não é propaganda.
É continuidade de conversa política.
Estamos organizando:
  • materiais de reflexão
  • debates e rodas de conversa
  • encontros presenciais e virtuais
  • e o lançamento do livro
Só avisamos quando houver algo que importa.
COMO FUNCIONA
Ao clicar em "Quero saber mais", você será direcionado a um formulário simples para escolher como prefere acompanhar:
WhatsApp
Nenhum dado é usado para fins comerciais. Comunicação direta, responsável e consciente.
Sem soberania digital, não haverá autonomia — nem sindical, nem popular.
Sérgio Amadeu da Silveira
A comunicação também é luta. E precisa ser organizada.